Conhecimento

Glossário do Termalismo

Vocabulário científico ampliado para distinguir recursos, campos, práticas, técnicas, estabelecimentos e nomenclaturas operacionais do SUS.

Edição de 12 de agosto de 2026

114 verbetes

As definições são formulações de trabalho sustentadas pelas fontes indicadas. Divergências científicas, jurídicas e terminológicas são explicitadas nas notas de uso.

Técnica termalAerobanhoConceitual

Banho em água termal no qual bolhas de ar são insufladas na banheira, produzindo uma mistura água-ar e efeitos hidromecânicos adicionais.

Nota de uso

É uma técnica de aplicação, não um tipo de água.

Técnica respiratóriaAerossol / aerossolterapiaTambém: aerossolterapiaConceitual

Aerossol é a dispersão de partículas líquidas ou sólidas em um meio gasoso; na prática termal, pode utilizar água mineral/termal nebulizada. Aerossolterapia é seu uso com finalidade terapêutica.

Nota de uso

Integra o conjunto de técnicas respiratórias; não deve ser confundida com inalação de vapor simples.

Classificação físico-químicaÁgua alcalina / alcalino-bicarbonatadaTambém: alcalino-bicarbonatadaConceitual

Água cuja composição apresenta caráter alcalino, frequentemente relacionada à predominância de bicarbonato e determinados cátions, conforme o sistema classificatório utilizado.

Nota de uso

Os critérios e nomes das subclasses variam entre legislações e escolas hidrogeológicas.

Classificação físico-químicaÁgua bicarbonatadaConceitual

Água em que o bicarbonato constitui um dos ânions dominantes ou característicos.

Nota de uso

É uma classe de composição; não define sozinha temperatura nem indicação terapêutica.

Classificação físico-químicaÁgua carbogasosa / gasocarbônicaTambém: gasocarbônicaConceitual

Água com conteúdo significativo de dióxido de carbono livre ou naturalmente dissolvido, segundo limiares próprios de cada sistema classificatório.

Nota de uso

O Dicionário do Termalismo usa “gasocarbónica”; o Código brasileiro também reconhece águas carbogasosas.

Classificação físico-químicaÁgua cloretada / cloruradaTambém: cloruradaConceitual

Água em que o cloreto constitui ânion dominante ou característico.

Nota de uso

A terminologia varia entre português e espanhol; composição não implica automaticamente uma finalidade clínica.

Recurso hídricoÁgua comum / água potável ordináriaTambém: água potável ordináriaConceitual

Água sem exigência de reconhecimento como mineral ou mineromedicinal, utilizada inclusive em modalidades de hidroterapia.

Nota de uso

É importante para diferenciar hidroterapia de práticas em que a identidade mineral da água é constitutiva.

Recurso hídricoÁgua de nascenteConceitual

Na tradição portuguesa, água subterrânea própria para beber na origem que não se integra necessariamente ao conceito de recurso hidromineral.

Nota de uso

A expressão possui regimes jurídicos específicos conforme o país.

Recurso marinhoÁgua do marConceitual

Água salina oceânica empregada em talassoterapia, geralmente em articulação com outros elementos do ambiente marinho.

Nota de uso

Não deve ser automaticamente classificada como água termal ou mineral natural em sentido legal.

Classificação hidroquímicaÁgua duraConceitual

Água com elevada dureza, relacionada sobretudo à concentração de sais de cálcio e magnésio; alguns glossários termais adotam limiares próprios.

Nota de uso

Não é categoria terapêutica em si.

Classificação físico-químicaÁgua ferruginosaConceitual

Água caracterizada por teor de ferro relevante segundo o sistema classificatório adotado.

Nota de uso

O Dicionário do Termalismo utiliza limiar próprio; evite transportar valores entre normas sem conferir a fonte.

Classificação por mineralizaçãoÁgua fracamente mineralizadaConceitual

No Dicionário do Termalismo, água com mineralização total entre 50 e 500 mg/L.

Nota de uso

Limiar pertencente a essa fonte/tradição; outras classificações podem adotar faixas diferentes.

Classificação por temperaturaÁgua friaConceitual

No Código de Águas Minerais brasileiro, fonte fria é a de temperatura inferior a 25 °C.

Nota de uso

Água mineral pode ser fria; “mineral” não significa “termal/quente”.

Classificação por mineralizaçãoÁgua hipersalinaConceitual

No Dicionário do Termalismo, água com mineralização total superior a 1.500 mg/L.

Nota de uso

É uma classificação quantitativa dependente do sistema adotado.

Classificação osmóticaÁgua hipertônicaConceitual

Água cuja concentração de sais é superior à referência fisiológica empregada pelo sistema classificatório.

Nota de uso

No Dicionário do Termalismo, o corte indicado é superior a 5.000 mg/L.

Classificação por mineralizaçãoÁgua hipossalinaConceitual

No Dicionário do Termalismo, água com mineralização total inferior a 50 mg/L.

Nota de uso

Não confundir com “hipotônica”, que compara concentração osmótica com o soro fisiológico.

Classificação por temperaturaÁgua hipotermalConceitual

No Código brasileiro, fonte com temperatura entre 25 °C e 33 °C.

Nota de uso

A classificação por temperatura é independente da classificação química.

Classificação osmóticaÁgua hipotônicaConceitual

Água com concentração mineral inferior à referência do soro fisiológico no sistema utilizado.

Nota de uso

No Dicionário do Termalismo, o corte indicado é inferior a 5.000 mg/L.

Classificação por temperaturaÁgua isotermalConceitual

No Código brasileiro, fonte com temperatura entre 36 °C e 38 °C.

Nota de uso

O termo é classificatório e não equivale a “isotônica”.

Classificação osmóticaÁgua isotônicaConceitual

Água com concentração mineral semelhante à referência fisiológica adotada.

Nota de uso

No Dicionário do Termalismo, aproximadamente 5.000 mg/L.

Classificação por mineralizaçãoÁgua mesossalinaConceitual

No Dicionário do Termalismo, água com mineralização total entre 500 e 1.500 mg/L.

Nota de uso

Faixa específica dessa fonte.

Classificação por temperaturaÁgua mesotermalConceitual

No Código brasileiro, fonte com temperatura entre 33 °C e 36 °C.

Nota de uso

Não confundir “mesotermal” com mineralização intermediária.

Recurso natural / categoria legalÁgua mineralConceitual

No Brasil, água proveniente de fonte natural ou artificialmente captada, com composição química ou propriedades físicas/físico-químicas distintas das águas comuns e características que lhe confiram ação medicamentosa. Em glossários hidrogeológicos, o termo também pode ser usado de modo mais amplo para águas com tipologia físico-química distinta.

Nota de uso

Não é sinônimo necessário de água quente. A acepção jurídica brasileira deve ser preservada quando o contexto for regulatório.

Recurso natural / categoria técnico-jurídicaÁgua mineral naturalConceitual

Na legislação termal portuguesa, é a matéria-prima nuclear do termalismo. O Dicionário do Termalismo a descreve como água bacteriologicamente própria, de circulação profunda, com características físico-químicas estáveis na origem e associadas a efeitos favoráveis à saúde.

Nota de uso

Em Portugal é denominação formal; no Brasil, o Código de 1945 estrutura principalmente a categoria “água mineral”.

Recurso geológicoÁgua mineroindustrialConceitual

Água natural subterrânea que possibilita extração economicamente aproveitável de substâncias nela contidas.

Nota de uso

É conceito de hidrogeologia/mineração, não modalidade terapêutica.

Recurso terapêuticoÁgua mineromedicinal / minero-medicinalTambém: minero-medicinalConceitual

Na Hidrologia Médica espanhola, água que, por sua composição química, física e físico-química, possui propriedades terapêuticas, com utilidade respaldada por reconhecimento estatal.

Nota de uso

O termo enfatiza o caráter medicinal/terapêutico. Pode se sobrepor a “água mineral natural”, mas as categorias legais não são universais entre países.

Classificação físico-químicaÁgua oligomineral / oligometálicaTambém: oligometálicaConceitual

Termos usados em diferentes tradições para águas de baixa mineralização ou com composição caracterizada por oligoelementos, conforme critérios próprios.

Nota de uso

“Oligomineral” no corpus brasileiro e “oligometálica” na SEHM não devem ser presumidos como categorias rigorosamente equivalentes sem verificar o sistema classificatório.

Categoria legal brasileiraÁgua potável de mesaConceitual

No Código de Águas Minerais, água de composição normal proveniente de fonte natural ou artificialmente captada que atende às condições de potabilidade.

Nota de uso

É distinta da água mineral; o Anexo V do Relatório de Gestão reforça essa separação.

Classificação físico-químicaÁgua radioativa / radíferaTambém: radíferaConceitual

Água cuja classificação considera radioatividade natural ou presença de elementos/emanações radioativas, conforme critérios legais ou hidrogeológicos.

Nota de uso

O termo é histórico e regulatório; não se deve inferir eficácia clínica a partir da classificação isolada.

Classificação físico-químicaÁgua silicatadaConceitual

Água caracterizada por teor relevante de sílica segundo a classificação adotada.

Nota de uso

Classe de composição, não de temperatura.

Classificação físico-químicaÁgua sulfatadaConceitual

Água em que o sulfato constitui ânion dominante ou característico.

Nota de uso

A classificação química é independente do modo de uso terapêutico.

Classificação físico-químicaÁgua sulfúrea / sulfurosa / sulfuradaTambém: sulfurosa; sulfuradaConceitual

Família terminológica relacionada à presença de formas reduzidas de enxofre ou compostos sulfurados. A nomenclatura e os critérios exatos variam entre tradições.

Nota de uso

Não tratar automaticamente “sulfúrea”, “sulfurosa” e “sulfurada” como equivalentes regulatórios sem conferir a fonte.

Recurso natural / atributo térmicoÁgua termalConceitual

Água cuja temperatura natural de emergência constitui característica relevante. No Brasil, a classificação legal de fontes minerais distingue faixas térmicas, culminando nas hipertermais acima de 38 °C.

Nota de uso

“Termal” não implica necessariamente “mineral” ou “medicinal”. Em Portugal, mesmo água mineral natural fria pode integrar termalismo; por isso, termalismo não deve ser reduzido à ideia de calor.

Expressão composta de uso termalÁgua termomineralConceitual

Expressão recorrente na PNPIC e na literatura brasileira para águas do universo termal/mineral, sobretudo ao descrever Termalismo Social.

Nota de uso

No corpus consultado, não foi localizada como categoria jurídico-hidrogeológica federal brasileira com definição autônoma única; seu sentido deve ser explicitado em cada estudo.

Classificação histórico-legal brasileiraÁgua toriativaConceitual

Categoria histórica do Código de Águas Minerais baseada na presença/eman ação de tório segundo critérios previstos na legislação.

Nota de uso

É vocabulário regulatório histórico e deve ser interpretado segundo o Código e atualizações técnicas aplicáveis.

Usuário / organização termalAquistaConceitual

Termo histórico/ibérico para a pessoa que frequenta termas ou realiza tratamento termal; aproxima-se de “termalista”.

Nota de uso

Uso menos corrente no português brasileiro contemporâneo.

Recurso sólido/mineralArgila medicinalConceitual

Argila usada em práticas terapêuticas, isoladamente ou em preparações. No vocabulário brasileiro de PICS aparece relacionada à argiloterapia/fangoterapia e à geoterapia.

Nota de uso

Argila não é sinônimo universal de peloide; peloide pode exigir mistura/maturação com uma fase líquida específica conforme a tradição.

Prática terapêuticaArgiloterapiaConceitual

Uso terapêutico de argila, frequentemente por aplicações locais ou compressas. O Glossário PICS de 2018 aproxima Fangoterapia de Argiloterapia.

Nota de uso

Não igualar automaticamente à peloidoterapia: o corpus brasileiro usa objetos e classificações diferentes.

Prática geral de banhoBalneaçãoConceitual

Ato ou prática de banhar-se; em contexto médico-termal pode integrar técnicas balneárias, mas o termo isolado não determina caráter medicinal ou mineral.

Nota de uso

É mais amplo e menos específico que “balneoterapia”.

EstabelecimentoBalneário / balneário termalTambém: balneário termalConceitual

Unidade/local onde se aplicam banhos e técnicas balneárias. Em Portugal, “balneário ou estabelecimento termal” é unidade prestadora de cuidados de saúde que aproveita propriedades terapêuticas de água mineral natural. A SEHM define balneario como centro sanitário onde se aplicam banhos medicinais.

Nota de uso

Na língua geral, “balneário” também pode designar área turística ou local de banho; no texto técnico, explicitar se se trata de estabelecimento de saúde.

Campo científicoBalneologiaConceitual

Campo dedicado ao estudo dos banhos, recursos balneológicos naturais e sua utilização médica. Em muitas tradições centro-europeias é disciplina científica, e não sinônimo necessário de balneoterapia.

Nota de uso

O Anexo V brasileiro de 2011 simplifica como “estudo dos banhos”; essa formulação deve ser lida como registro histórico da terminologia ministerial.

Prática/intervençãoBalneoterapiaConceitual

Termo de extensão variável. Em definição restrita, é a utilização terapêutica de banhos medicinais; em outras escolas, abrange o uso terapêutico de águas minerais/termais e, por vezes, peloides e gases naturais.

Nota de uso

Há forte sobreposição com crenoterapia em algumas tradições, mas não equivalência universal. Dicionários gerais também registram balneoterapia simplesmente como tratamento por banhos.

Técnica termal/hidroterápicaBanho de imersãoConceitual

Imersão parcial ou total do corpo em água, podendo utilizar água mineral natural, termal ou água comum, conforme o contexto terapêutico.

Nota de uso

O agente empregado é decisivo para saber se a técnica será classificada como balneoterapia, crenoterapia ou hidroterapia.

Técnica terapêuticaBanho medicinalConceitual

Banho realizado com finalidade terapêutica e recurso considerado medicinal dentro do sistema clínico adotado.

Nota de uso

É o núcleo da definição sintética de balneoterapia da SEHM.

Campo científicoClimatologia MédicaConceitual

Campo que estuda relações entre clima, fatores atmosféricos e saúde, inclusive seu emprego terapêutico ou preventivo.

Nota de uso

Relaciona-se à climatoterapia, mas campo de estudo e intervenção não são a mesma coisa.

Prática/intervenção ambientalClimatoterapiaConceitual

Uso planejado de condições climáticas e ambientais favoráveis com finalidade terapêutica, preventiva ou de reabilitação.

Nota de uso

Pode articular-se ao termalismo e à talassoterapia, mas não deve ser tratada como sinônimo de ambos.

Programa/intervenção compostaCrenobalneoterapiaConceitual

Rótulo usado em parte da literatura para combinar crenoterapia e balneoterapia ou designar tratamento termal complexo.

Nota de uso

Seu conteúdo não é padronizado internacionalmente; em alguns estudos se aproxima de spa therapy.

Programa terapêutico combinadoCrenoclimatismo / hidroclimatismoTambém: hidroclimatismoConceitual

Associação terapêutica entre águas minerais/medicinais e condições climáticas do local.

Nota de uso

O Serviço Geológico do Brasil registra essa combinação como componente da tradição crenológica.

Campo científicoCrenologiaConceitual

Ciência dedicada ao estudo das águas minerais e de seus efeitos/propriedades medicinais e terapêuticas. No Brasil, o termo possui longa trajetória normativa e acadêmica.

Nota de uso

Distinguir de crenoterapia: crenologia é campo de conhecimento; crenoterapia é utilização terapêutica.

Conjunto de técnicasCrenotécnicasConceitual

Técnicas utilizadas para aplicar a crenoterapia, abrangendo vias internas, externas e respiratórias conforme a tradição.

Nota de uso

Termo presente no Anexo V do Relatório de Gestão 2006–2010.

Prática/intervençãoCrenoterapiaConceitual

Utilização terapêutica de águas minerais/mineromedicinais. A PNPIC define-a pela indicação e uso de águas minerais com finalidade terapêutica, sem restringir a uma única via; a SEHM a define como aplicação terapêutica das águas mineromedicinais.

Nota de uso

A ingestão/hidropinia é uma modalidade possível, não definição universal de toda crenoterapia. Sobrepõe-se à balneoterapia em parte da literatura.

Programa terapêuticoCura balneária / cura termalTambém: cura termalConceitual

Conjunto integrado de fatores e intervenções terapêuticas que atuam sobre a pessoa durante permanência/tratamento em estabelecimento balneário ou termal.

Nota de uso

É um programa composto, não uma técnica isolada.

Técnica de uso internoCura hidropínica / cura de bebidaTambém: cura de bebidaConceitual

Programa ou modalidade de ingestão orientada de água mineral/mineromedicinal, geralmente na fonte e segundo prescrição/indicação.

Nota de uso

É forma específica de crenoterapia por via oral.

Técnica externaDucha termalConceitual

Aplicação de água sob jato ou aspersão sobre o corpo, com variações de pressão, temperatura, direção e região corporal.

Nota de uso

Inclui variantes como ducha circular, de jato, d’Aix/Vichy, subaquática e outras; a nomenclatura técnica varia por escola.

Estabelecimento de saúdeEstabelecimento termalConceitual

Unidade assistencial onde se utilizam recursos termais e técnicas correspondentes. Na legislação portuguesa, é unidade prestadora de cuidados de saúde que aproveita propriedades terapêuticas de água mineral natural.

Nota de uso

É diferente da estância termal: o estabelecimento é a unidade construída/assistencial contida no território mais amplo.

Território / categoria históricaEstância hidromineralConceitual

Localidade ou território organizado em torno da exploração de águas minerais/hidrominerais e infraestrutura associada. No Brasil, o Código de 1945 disciplina requisitos para estâncias hidrominerais.

Nota de uso

A categoria possui usos jurídico-administrativos próprios e não deve ser igualada automaticamente a estabelecimento termal.

TerritórioEstância termalConceitual

Área geográfica organizada onde existem uma ou mais emergências de água mineral natural exploradas por estabelecimentos termais, somadas a condições ambientais e infraestrutura de apoio.

Nota de uso

A legislação portuguesa oferece uma definição particularmente clara da distinção território/estabelecimento.

Recurso semissólidoFango / lama termalTambém: lama termalConceitual

Material semissólido de uso terapêutico associado a argilas, sedimentos, matéria orgânica/mineral e, em algumas tradições, água mineral ou termal.

Nota de uso

“Fango”, “lama”, “peloide” e “argila” podem se sobrepor, mas não são equivalentes universais.

Prática terapêuticaFangoterapiaConceitual

Aplicação terapêutica de fangos/lamas. No Glossário PICS 2018, aparece como sinônimo/remissão de Argiloterapia; em balneologia internacional pode se aproximar de peloterapia.

Nota de uso

Não presumir identidade universal com peloidoterapia; informar o material realmente utilizado.

Recurso naturalGases naturais terapêuticosConceitual

Gases naturais associados a fontes e recursos balneológicos, empregados em algumas tradições de balneoterapia/medicina termal.

Nota de uso

Integram o conjunto de recursos naturais do campo em propostas internacionais, ao lado de águas minerais e peloides.

Prática terapêuticaGeoterapiaConceitual

No vocabulário brasileiro de PICS, prática que utiliza elementos da terra, como argilas, barros, lamas, pedras ou cristais, em diferentes formas de aplicação.

Nota de uso

É conceito mais amplo e distinto de peloidoterapia; não deve ser fundido automaticamente ao termalismo.

Estabelecimento/territórioHealth resortConceitual

Expressão anglófona para localidade/estância de saúde organizada em torno de recursos naturais, clima e serviços terapêuticos ou de reabilitação.

Nota de uso

Não corresponde simplesmente ao spa comercial contemporâneo.

Campo clínico-assistencialHealth resort medicine / medicina de estânciasTambém: medicina de estânciasConceitual

Conjunto de atividades médicas originadas e realizadas em estâncias de saúde, baseadas em evidência científica, para promoção da saúde, prevenção, terapia e reabilitação.

Nota de uso

É proposta internacional de guarda-chuva; sua equivalência com “medicina termal” varia entre tradições.

Prática ambientalHelioterapiaConceitual

Uso terapêutico planejado da exposição à luz solar/radiação solar em contextos clínicos ou de medicina de estâncias.

Nota de uso

Pode integrar climatoterapia ou talassoterapia conforme o arranjo terapêutico.

Prática/intervençãoHidrocinesioterapia / fisioterapia aquáticaTambém: fisioterapia aquáticaConceitual

Exercícios e movimentos terapêuticos realizados em meio aquático, explorando flutuação, resistência, pressão hidrostática e temperatura.

Nota de uso

Pode ocorrer em água comum; portanto, não é automaticamente termalismo, balneoterapia ou crenoterapia.

Campo científicoHidrogeologiaConceitual

Área das geociências que estuda ocorrência, circulação, propriedades e aproveitamento das águas subterrâneas.

Nota de uso

É fundamental para compreender origem e características dos recursos hidrominerais, mas não é disciplina clínica.

Campo científico/profissionalHidrologia MédicaConceitual

Campo dedicado ao estudo das águas mineromedicinais, minerais naturais, marinhas e, em algumas tradições, águas potáveis ordinárias, com ênfase em suas ações sobre o organismo humano em saúde e doença.

Nota de uso

Não deve ser reduzida a “tratamento” nem igualada automaticamente à crenoterapia; o Anexo V de 2011 registra um uso brasileiro simplificado e historicamente inconsistente.

Técnica hidroterápica/termalHidromassagemConceitual

Aplicação de água com jatos ou turbulência produzindo estímulos mecânicos, podendo ocorrer em banheira ou piscina.

Nota de uso

Pode usar água comum ou mineral; a classificação depende do recurso e do contexto.

Técnica de uso internoHidropiniaConceitual

Ingestão terapêutica orientada de água mineral/mineromedicinal, frequentemente realizada na fonte.

Nota de uso

É uma modalidade de crenoterapia e não sinônimo necessário de crenoterapia como um todo.

Prática/intervenção polissêmicaHidroterapiaConceitual

Uso terapêutico da água, muitas vezes com ênfase em suas propriedades físicas, térmicas e mecânicas e sem exigência de composição mineral específica. Em diferentes tradições também pode significar exercício aquático, aplicações externas ou métodos específicos como Kneipp.

Nota de uso

É um dos termos mais polissêmicos do campo. Nem toda hidroterapia integra o termalismo.

Técnica respiratóriaInaloterapiaConceitual

Administração terapêutica de água mineral/termal ou seus aerossóis e vapores por via respiratória.

Nota de uso

Pode integrar crenoterapia, especialmente em tradições que reconhecem vias interna, externa e inalatória.

Técnicas locaisIrrigações termaisConceitual

Aplicações dirigidas de água mineral/termal em cavidades ou mucosas, como irrigação nasal, retronasal ou outras técnicas especializadas.

Nota de uso

São crenotécnicas específicas e exigem descrição da via e do recurso utilizado.

Método hidroterápicoKneipp / terapia de KneippTambém: terapia de KneippConceitual

Sistema histórico de aplicações de água, tradicionalmente com ênfase em estímulos térmicos, especialmente água fria, associado a outras medidas de estilo de vida em sua tradição original.

Nota de uso

É uma acepção particular de hidroterapia; não deve definir todo o campo.

Programa/sistema de curaKurConceitual

Termo germânico para cura/tratamento organizado, frequentemente realizado em estâncias com recursos naturais, clima, reabilitação e permanência programada.

Nota de uso

Não possui equivalente único em português; pode aproximar-se de cura termal ou programa de medicina de estâncias.

Território/estânciaKurort / HeilbadTambém: HeilbadConceitual

Categorias germânicas de localidades/estâncias de cura e, no caso de Heilbad, balneários/estâncias reconhecidas segundo critérios específicos.

Nota de uso

São categorias institucionais nacionais e não devem ser traduzidas automaticamente como “balneário” sem contexto.

Recurso semissólidoLama medicinal / lama termalTambém: lama termalConceitual

Lama utilizada terapeuticamente, podendo ser natural ou preparada/maturada com água mineral/termal segundo a tradição.

Nota de uso

Pode integrar peloides, fangoterapia ou outras práticas; sempre explicitar composição e preparação.

Termo pouco padronizadoLamoterapiaConceitual

Expressão usada ocasionalmente para terapia com lamas.

Nota de uso

Não foi localizada como categoria substantivamente estabilizada nos documentos federais PNPIC auditados; preferir “peloidoterapia/peloterapia” ou “fangoterapia” quando o material e a fonte permitirem maior precisão.

Conceito de mercado/saúdeMedical wellnessConceitual

Integração de serviços de bem-estar com avaliação ou supervisão médica em certos modelos comerciais ou de health resort.

Nota de uso

É categoria de mercado/serviço, não sinônimo de medicina termal nem de termalismo social.

Campo clínico-assistencialMedicina TermalConceitual

Ramo/campo médico relacionado ao emprego clínico de águas minerais/termais e outros recursos naturais em contextos termais. A PNPIC de 2006/2015 a definiu como ramo da medicina clínica que utiliza águas minerais como terapêutica suplementar.

Nota de uso

Seu escopo internacional varia e pode se sobrepor a Hidrologia Médica e Health Resort Medicine.

Profissional histórico/especializadoMédico crenólogo / crenologistaTambém: crenologistaConceitual

Médico especializado no estudo e uso terapêutico das águas minerais, figura presente na legislação e história acadêmica brasileira.

Nota de uso

O termo documenta a institucionalização histórica da Crenologia como campo médico. Na regulação minerária vigente, entretanto, a responsabilidade pelo Projeto de Caracterização Crenoterápica não é reservada a médico: a Resolução ANM nº 193/2024 exige participação, na equipe elaboradora, de pelo menos um profissional da área da saúde legalmente habilitado e determina que profissional com essa qualificação responda tecnicamente pela implementação e execução do projeto.

Profissional especializadoMédico hidrologistaConceitual

Médico com formação/competência em Hidrologia Médica e atuação em estabelecimentos termais conforme determinadas tradições nacionais.

Nota de uso

É denominação profissional dependente do sistema de formação e regulação de cada país.

Propriedade físico-químicaMineralizaçãoConceitual

Conjunto/quantidade de substâncias minerais dissolvidas na água, usada para caracterização hidroquímica e classificação de águas.

Nota de uso

Não é sinônimo de temperatura nem, isoladamente, prova de efeito terapêutico.

Elemento hidrogeológicoNascente / fonteTambém: fonteConceitual

Ponto de emergência natural de água subterrânea; no campo termal pode corresponder à origem de água mineral, termal ou mineromedicinal.

Nota de uso

“Fonte” pode designar tanto a emergência física quanto, em linguagem cotidiana, o estabelecimento/local.

Técnica respiratóriaNebulizaçãoConceitual

Transformação de líquido em partículas finas para administração por via respiratória; em contexto termal pode empregar água mineral/termal.

Nota de uso

É uma técnica, não uma categoria de tratamento completa.

Tradição termal japonesaOnsenConceitual

Termo japonês relacionado a fonte quente e, por extensão, estabelecimentos/banhos associados a águas geotérmicas.

Nota de uso

É tradição cultural e regulatória própria; não deve ser tratada como sinônimo universal de termalismo médico ou crenoterapia.

Recurso terapêutico semissólidoPeloideConceitual

Material natural ou preparado de consistência semissólida utilizado terapeuticamente, tradicionalmente envolvendo fase sólida mineral/orgânica e fase líquida, frequentemente água mineral ou água do mar.

Nota de uso

A definição exata varia. É recurso/agente; a terapia é peloidoterapia/peloterapia.

Prática/intervençãoPeloidoterapia / peloterapiaTambém: peloterapiaConceitual

Aplicação terapêutica de peloides, sobretudo por contato externo e transferência térmica, podendo integrar balneoterapia ou talassoterapia conforme o recurso.

Nota de uso

No DeCS e em algumas tradições, peloterapia agrega termos como fangoterapia; no corpus brasileiro PNPIC, essa equivalência não é estável.

Gestão do recursoPerímetro de proteçãoConceitual

Área delimitada ao redor de fonte/recurso hidromineral para proteção quantitativa e qualitativa contra contaminação ou interferências.

Nota de uso

É elemento de gestão hidrogeológica e regulatória, não prática terapêutica.

Prática termoterapêutica/marinhaPsammoterapiaConceitual

Uso terapêutico de areia aquecida ou de ambientes arenosos, geralmente por contato corporal controlado.

Nota de uso

Pode aparecer em talassoterapia ou medicina de estâncias, mas não é componente obrigatório.

Instrumento regulatório brasileiroProjeto de Caracterização CrenoterápicaConceitual

Instrumento exigido pela Resolução ANM nº 193/2024 para empreendimentos que ofereçam tratamentos utilizando o potencial terapêutico de águas minerais ou potáveis de mesa. Deve caracterizar o recurso, suas propriedades terapêuticas, técnicas de tratamento, indicações e contraindicações balneoterápicas, referências bibliográficas e equipe técnica responsável.

Nota de uso

A equipe que elabora o projeto deve incluir, no mínimo, um profissional da área da saúde legalmente habilitado pelo conselho profissional correspondente. A implementação e a execução do projeto também devem ter responsável técnico da área da saúde legalmente habilitado. A norma não restringe essas funções ao médico; isso não equivale, porém, a definir quais profissões podem indicar, prescrever ou executar cada prática no âmbito assistencial do SUS.

Programa/estabelecimentoSanatório / tratamento sanatório-estânciaTambém: tratamento sanatório-estânciaConceitual

Modelo de tratamento com permanência em estabelecimento especializado, historicamente associado a clima, recursos naturais, repouso e reabilitação.

Nota de uso

No espaço pós-soviético, sistemas sanatório-estância possuem lógica institucional própria e não equivalem simplesmente a “spa”.

Práticas térmicas adjacentesSauna / banho turco / hammamTambém: banho turco; hammamConceitual

Exposição controlada a calor seco ou úmido e vapor.

Nota de uso

Podem integrar programas de bem-estar ou hidrotermoterapia, mas não definem termalismo e não exigem água mineral natural.

Serviços complementaresServiços de bem-estar termalConceitual

Na legislação portuguesa, serviços voltados à qualidade de vida, estética, beleza e relaxamento, podendo incluir técnicas termais e uso de água mineral natural.

Nota de uso

Distinguir de tratamento termal clínico e de Termalismo Social.

Estabelecimento/conceito de mercadoSpaConceitual

Termo de uso amplo para estabelecimentos de bem-estar, água, estética ou saúde, com grande variação internacional.

Nota de uso

A presença da palavra “spa” não garante água mineral, supervisão clínica, termalismo ou balneoterapia.

Programa/intervenção compostaSpa therapyConceitual

Rótulo usado na literatura para programas terapêuticos realizados em spa/estância, frequentemente combinando balneoterapia, peloides, exercício e outras intervenções.

Nota de uso

Composição e setting não são padronizados; deve ser definido operacionalmente em cada estudo.

Prática/intervenção marinhaTalassoterapiaConceitual

Uso terapêutico controlado do ambiente marinho e de seus elementos naturais, podendo envolver água do mar, clima marinho, aerossóis, sais, algas, lamas e areias.

Nota de uso

Não deve ser reduzida automaticamente a climatoterapia. Pode incluir climatoterapia marinha como componente.

Prática complementar ao tratamento termalTécnica complementarConceitual

Na legislação portuguesa, técnica de promoção, prevenção, terapêutica, reabilitação ou qualidade de vida realizada sem recurso à água mineral natural, destinada a aumentar a eficácia dos serviços do estabelecimento termal.

Nota de uso

Útil para separar o núcleo termal das intervenções realizadas no mesmo estabelecimento sem água mineral natural.

Prática/intervençãoTécnica termalConceitual

Modo de utilização de meios que fazem uso de água mineral natural, com ou sem técnicas complementares, para prevenção, terapêutica, reabilitação ou bem-estar.

Nota de uso

Definição jurídica portuguesa especialmente útil para distinguir recurso e técnica.

Prática/intervençãoTerapia hidromineralConceitual

No Glossário PICS 2018, aplicação terapêutica interna ou externa da água, inclusive água termal/mineral, explorando características do recurso e da forma de aplicação.

Nota de uso

É rótulo brasileiro de PICS que não se estabilizou como principal categoria na seção termal da PNPIC.

Fenômeno/campo amplo e, em algumas normas, práticaTermalismoConceitual

Conceito polissêmico. Pode designar o uso da água mineral natural e meios complementares para prevenção, terapêutica, reabilitação ou bem-estar; no Brasil, a PNPIC o descreve como diferentes maneiras de utilização da água mineral em tratamentos e, em formulações posteriores, como prática terapêutica. Em sentido mais amplo, também abrange estâncias, profissionais, infraestrutura, história, cultura, turismo e organização do setor.

Nota de uso

Não reduzir automaticamente a uma única técnica nem tratá-lo como sinônimo universal de crenoterapia ou balneoterapia.

Rótulo operacional brasileiroTermalismo em SaúdeConceitual

Expressão encontrada em documentos de monitoramento como recurso associado à classificação de Termalismo/Crenoterapia.

Nota de uso

Na auditoria do corpus federal selecionado, não foi localizada definição conceitual autônoma específica; tratar como nomenclatura operacional até que fonte definicional seja identificada.

Política/dimensão de acessoTermalismo SocialConceitual

Dimensão político-assistencial do termalismo orientada à democratização do acesso a recursos, práticas e estabelecimentos termais. Na PNPIC 2006, o glossário o define pelo acesso a estabelecimentos termais para prevenção, terapia e manutenção da saúde; em 2018, a formulação explicita aspectos ecológicos, históricos e sociais e o acesso universal à Rede de Atenção à Saúde.

Nota de uso

Não é uma técnica terapêutica específica. Modelos internacionais variam entre sistemas de saúde, seguridade/previdência, turismo social e arranjos híbridos.

UsuárioTermalistaConceitual

Pessoa que utiliza recursos, meios e serviços de um centro/estabelecimento termal ou realiza tratamento termal.

Nota de uso

Termo mais frequente em Portugal/Espanha; no SUS, “usuário” é geralmente mais natural.

Lugar/territórioTermasConceitual

Locais onde emergem uma ou mais águas minerais naturais adequadas à prática do termalismo, na legislação portuguesa. Na língua comum, o termo também pode designar instalações ou o próprio complexo termal.

Nota de uso

No uso técnico, diferenciar “termas” como lugar de emergência da água de “estabelecimento termal” como unidade assistencial.

Mecanismo físico-químicoTransmineralizaçãoConceitual

Troca de substâncias entre o organismo e a água durante o contato/banho, usada em algumas tradições como um dos argumentos de diferenciação entre balneoterapia/crenoterapia e hidroterapia com água comum.

Nota de uso

O peso desse mecanismo na definição do campo não é universal e não deve ser usado como critério único.

Programa terapêuticoTratamento termalConceitual

Conjunto de ações terapêuticas indicadas e praticadas para um termalista, compatíveis com as indicações reconhecidas da água mineral natural utilizada.

Nota de uso

É categoria de programa/plano terapêutico; não se confunde com o código SIGTAP brasileiro de “Tratamento Termal/Crenoterápico”.

Conceito econômico-setorialTurismo de saúde / turismo termalTambém: turismo termalConceitual

Deslocamento e permanência motivados total ou parcialmente por cuidados de saúde, tratamentos termais, prevenção, bem-estar ou uso de estâncias.

Nota de uso

Pode sobrepor-se ao termalismo, mas não é equivalente a Termalismo Social nem a assistência em saúde.

Técnica aquáticaWatsuConceitual

Método de relaxamento, alongamento e mobilização corporal realizado em água aquecida, com suporte do terapeuta.

Nota de uso

É técnica aquática adjacente; não exige água mineral e não é, por si, termalismo.

Conceito amplo de bem-estarWellness / bem-estarTambém: bem-estarConceitual

Conjunto de práticas e serviços orientados a bem-estar, qualidade de vida e relaxamento.

Nota de uso

Pode coexistir com serviços termais, mas não implica finalidade clínica, recurso mineral ou política pública de acesso.

Nomenclatura operacional do SUSTermalismo/Crenoterapia – classificação CNESOperacional SUS

Rótulo cadastral da classificação 006 do serviço de Práticas Integrativas e Complementares, criado no SCNES em 2006 e posteriormente mantido na estrutura do serviço 134. Indica oferta formal declarada, não a modalidade concreta realizada.

Nomenclatura operacional do SUSOrientação de Tratamento Termal/Crenoterápico – 03.01.04.012-5Operacional SUS

Primeiro procedimento SIGTAP específico localizado para o campo, criado em 2016. Seu objeto era a orientação de tratamento termal e/ou crenoterápico. Foi predecessor histórico do Tratamento Termal/Crenoterápico.

Nomenclatura operacional do SUSTratamento Termal/Crenoterápico – 03.09.05.006-5Operacional SUS

Procedimento que substituiu/reclassificou a antiga Orientação em 2017. É um rótulo clínico-administrativo de produção e não resolve conceitualmente a diferença entre “termal” e “crenoterápico”.

Nomenclatura operacional do SUSSessão de Termalismo – 01.01.05.014-3Operacional SUS

Procedimento criado em 2018, com presença nas séries a partir de 2019, descrito como prática terapêutica individual ou coletiva. Coexiste com o Tratamento Termal/Crenoterápico.

Nomenclatura operacional do SUSTermalismo em SaúdeOperacional SUS

Rótulo operacional encontrado em monitoramentos recentes como recurso associado à classificação 006. Até a auditoria de 12 ago. 2026, não foi localizada definição conceitual autônoma em publicação federal selecionada.